Que importância têm para professores olhar para suas próprias histórias de vida e formação profissional?

Compreender as travessias que constituem nossa identidade profissional é fundamental para refletir sobre nossos papéis e perspectiva que subsidiam nossas atuações profissionais. Quais propósitos existenciais se entrelaçam em minha profissionalidade. Em 2013 no Colóquio Colóquio Docência e Diversidade na Educação Básica conheci o trabalho do http://www.grafho.uneb.br/ O GRAFHO – Grupo de Pesquisa (Auto)Biografia, Formação e História Oral coordenado pelo Professor Doutor Elizeu Clementino. Desde então fui profundamente tocada e faço das minhas memórias como pessoa, como mulher negra, professora, curiosa, sonhadora como marcadores da minha história de vida e atuação profissional. Elizeu Clementino de Souza, uma referência no campo das pesquisas (auto) biográficas no Brasil e no mundo ressalta o quanto que as narrativas de formação oferece terreno de implicação e compreensão dos modos de conceber o presente e o passado e o futuro. Este blog nasceu do desejo de comemorar vinte anos de formação e atuação como professora. Busco reunir aqui entrevistas, narrativas e pequenas biografias (auto)narradas por profissionais de educação. Vamos narrar nossas travessias?

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